sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Racismo em Porto Alegre

Racismo em Porto Alegre, Jovem Negro de cabelo trançado foi espancado quase até a morte em um bairro nobre da capital - Mestre Gavião

Aos companheiros da Rede Social, Mestre Jerônimo, Luciano Millani, Joel Pires, Miltinho Astronauta, UNEGRO DO BRASIL, COMUNE, CODENE, RESGATE, Maria Mulher, Afrotchê, Odomode, vereadores, deputados, parlamentares e Direitos Humanos, Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Brigada Militar, Policia Civil, peço ajuda para divulgar essa nota: Recebi no dia de hoje 4 de fevereiro de 2012, um telefonema anônimo, de uma mãe e uma filha apavorada com o fato ocorrido no dia 03 de fevereiro de 2012 no Estado do Rio Grande do Sul, na cidade de Porto Alegre no Bairro nobre na Av. Independência esquina com a Barros Casal, perto do bar Bambu, um rapaz Negro caminhava em direção ao centro da capital , quando foi abordado por um grupo de Skinhead de cor branca cabelo raspado todos eles eram fortes, cercaram o rapaz negro e começaram agredi-lo, um dos Skinhead deu uma garrafada na boca do rapaz. O adolescente Tinha cabelo trançado (rastafari) saiu correndo e os Skinhead gritando palavras – O Brasil é nosso, quem estiver contra será pego também. Começaram a filmar a pequena multidão que estava na volta ameaçando com palavras de morte, dizendo que voltariam nesse lugar para pegar as pessoas que denunciassem eles, até que a policia chegou perguntou para o rapaz negro assustado se queria registrar ocorrência, o rapaz disse que não e a multidão já se reunia em protesto contra os agressores Skinhead. O incrível que a polícia teve de escoltar os Skinhead para sair da situação. Não havendo registro e nem BO (Boletim de Ocorrência), acreditamos que esses Skinhread são de famílias ricas e influentes em Porto Alegre, para isso pedimos a divulgação para que o caso seja amplamente divulgado nas mídias televisivas em jornais tenho o contato telefônico das duas testemunhas que viram tudo, muita gente contra os agressores filmaram também devem ter postado no YouTube. Para quem quiser ajudar nessa luta contra o Racismo me liguem!!! MEU TELEFONE DE CONTATO (051) 8400.5500 Mestre Gavião “Um Negro em Movimento”
 
Disponivel em http://luiscapoeira28.blogspot.com/2012/02/racismo-em-porto-alegre-jovem-negro-de.html

A origem do 8 de março

Outro vídeo da época da PUCSP, este foi feito para falar sobre o Dia Internacional de Luta das Mulheres para a Rede PUC. A história tem alguns furos e dando uma bizoiada aqui pelo BiDê Brasil dá para entender melhor a origem do 8 de março.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Privataria do PT

Leia o novo artigo de Maria Lucia Fattorelli  “Privataria do PT”.
Para acessar, clique aqui.

Não, não somos racistas!

Não, não somos racistas



Disponivel em http://www.viomundo.com.br/denuncias/nao-nao-somos-racistas-2.html

A diferença que a homofobia faz: Perda de quatro dentes, lesões corporais graves, cortes e a perda dos sentidos.


Caminhada da Juventude no Fórum Social Temático 24/01/12................ Dia 05/02/2012
Foto de  Danny Bittencourt  no Facebook

A homofobia está batendo à nossa porta

Por Alexandre Böer*

Se você pensa que é só na av. Paulista que isso acontece, está muito enganado. A cada dia, mais e mais casos brotam por todo o país. Só em janeiro foram registrados 36 assassinatos e no ano passado 260 mortes foram computadas pelo movimento LGBT, isso sem cortar as agressões que não resultam em mortes, mas causam dor, sofrimento, insegurança, cicatrizes que nunca curam e um sentimento de impunidade.

No último domingo, 5, o jovem Willian dos Santos, 20 anos foi assistir a um filme na última sessão de um cinema no bairro Cidade Baixa da capital gaúcha e quando se dirigia para casa, próximo da UFGRS dois rapazes começaram a xingá-lo de “viado”, o agrediram com socos e pontapés e ainda furtaram alguns objetos pessoais dele.

O resultado foi a perda de quatro dentes, lesões corporais graves, cortes e a perda dos sentidos. Os bandidos sequer levaram seu celular de última geração, o que comprova que os motivos que levaram à violência não foi para roubá-lo, mas sim, a homofobia, como consta no boletim de ocorrência registrado no Palácio da Polícia em Porto Alegre.

Quantos gays, travestis e lésbicas precisarão ter seus rostos desfigurados ou suas vidas ceifadas para que o Congresso Nacional aprove uma lei que torne a homofobia um crime, assim como o racismo?

Os índices estão crescentes e assustadores e esta população está cada vez mais vulnerável, além de estar sendo impedida de usufruir o direito de ir e vir livremente. É importante que se diga que este não é apenas um problema de segurança pública ou de falta de legislação, mas o Estado precisa estar mais atento e dar respostas urgentes e efetivas para combater estes crimes.


*Boer é jornalista, com especialização pela UFRGS em comunicação em saúde e coordenador de jornalismo SOMOS Comunicação, Saúde e Sexualidade

No Somos
 

Profissionais da saúde se negaram a dar atendimento à vítima, que havia sido atropelada.O motivo: era indígena.

''O Brasil não é racista''



Profissionais de saúde respondem na Justiça por discriminação racial e omissão de socorro


Denunciados pelo Ministério Público Federal em Dourados, um médico e uma técnica de enfermagem tornaram-se réus em processo penal. Na denúncia, que foi aceita pela Justiça, eles são acusados de discriminação racial e omissão de socorro a uma indígena da etnia guarani-kaiowá que havia sido atropelada na BR 163, em Mundo Novo, sul de Mato Grosso do Sul. Os réus podem ser condenados a até 3 anos de prisão, além do pagamento de multa.
A indígena foi encontrada em 27 de outubro de 2009 por um Policial Rodoviário Federal que passava pelo local do atropelamento, no Km 29 da rodovia, e a levou ao município mais próximo, Mundo Novo. No Hospital Bezerra de Menezes não havia médico de plantão e eles foram encaminhados para o Hospital Evangélico.
Lá, a técnica de enfermagem de plantão, sob orientação do diretor clínico do hospital, recusou-se a atender a paciente, sob a justificativa de que somente o Hospital Bezerra de Menezes atendia indígenas, pois tinha convênio com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). A vítima foi levada novamente ao Hospital Bezerra de Menezes e socorrida por duas funcionárias, já que não havia médico.
Naquela semana, era o Hospital Evangélico o responsável por prestar atendimentos de emergência, de acordo com revezamento estabelecido com o outro hospital. Para o MPF, “ainda que o Hospital Bezerra de Menezes possuísse convênio específico para atendimento a indígenas – o qual, aliás, não restou comprovado pelos denunciados –, não se justificaria a recusa ao atendimento de vítima de atropelamento apenas em razão de ser esta de etnia indígena”.
A investigação apurou que o Hospital Evangélico, na época, era credenciado junto ao Sistema Único de Saúde (SUS), sendo-lhe repassada verba para atendimento aos pacientes da rede pública de saúde, independentemente de raça, cor, etnia ou qualquer outra forma de discriminação. Além disso, de acordo com o revezamento semanal no atendimento em plantão entre os dois hospitais, no dia dos fatos era o Evangélico o responsável pelo atendimento emergencial.
O Hospital Evangélico era, portanto, a instituição habilitada para prestar o atendimento, que só não aconteceu porque a vítima era indígena. A denúncia afirma que os acusados “estabeleceram distinção quanto ao atendimento médico a ser dispensado a esse grupo, exclusivamente com base em razões de ordem étnica, restringindo-lhes o gozo, em igualdade de condições, do direito fundamental à saúde, assegurado a todos na Constituição Federal”.

Referência processual na Justiça Federal de Naviraí: 0000528-53.2011.4.03.6006
Assessoria de Comunicação Social
Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul
(67) 3312-7265 / 9297-1903
(67) 3312-7283 / 9142-3976
http://www.prms.mpf.gov.br/
 

Ministério da Saúde veta vídeo de gays na campanha do Carnaval 2012

O vídeo será exibido apenas em espaços fechados frequentados por LGBTs, seria nos banheiros que o vereador - DEM quer aprovar? Ministério da Saúde veta vídeo de gays na campanha do Carnaval 2012

Que vergonha, Padilha.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Amor de carnaval tem que ser sem violência

Desenho de Tom, em CC para a campanha de combate a violência machista no carnaval do PSOL

É fevereiro e começamos a contar os dias para a chegada do Carnaval. Época de festar, frevar, sambar e namorar bastante, como dizia a música: Beijo na boca é coisa do passado, a moda agora é, é namorar pelado. Em alguns estados são quase duas semanas de bloquinhos, bailes, micaretas, mesmo com as críticas que possamos ter a este período que começa a inebriar o país é importante lembrar que para nós feministas Carnaval não é sinônimo de carta branca para passar a mão na cabeça dos casos de violência machista e mercantilização do corpo da mulher e não é raro nos depararmos com aumento de casos de violência contra a mulher durante as folias, por que será, né?
O Observatório da Discriminação Racial, da Violência Contra a Mulher e a Comunidade LGBT, promovido pela Secretaria Municipal da Reparação (Semur), registrou 254 casos até o final da tarde da última terça-feira, 08 de março, último dia oficial do Carnaval.
A maior parte deles, 149, foi de racismo. As denúncias de agressão a mulher vem em seguida, com 63 registros. Contra grupos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis) foram 42 casos. (Violência contra a mulher foi a segunda mais recorrente no carnaval de Salvador)
A questão é tão séria que chama atenção dos governos estaduais, no nordeste aparecem campanhas em diversas unidades federativas com o eixo do combate à violência contra a mulher, principalmente a física. Tanto que este ano o afoxé Filhos de Gandhy levará para o circuito do carnaval soteropolitano o tema da violência machista, numa alusão carnavalesca e importante da campanha do laço branco. A questão é que o Carnaval, apesar de parecer para muitas pessoas, não é um momento de abertura de um vórtex onde toda a construção social e cultural que envolvem as mulheres e os negros somem como mágica.
Normalmente acabamos caindo pela máxima de que no Carnaval é meio inócuo de se fazer coisas para disputar ideologicamente a sociedade, passo longe dessa ideia e acho iniciativas como o “Maria vem com as outras” e o “Adeus Amélia” fantásticas e que devem ser mais exploradas, pois é importante ter bailes e bloquinhos que se pretendam festejar, mas sem perpetuar as opressões diversas existentes em nossa sociedade. Quando se tratam de blocos compostos por mulheres acho melhor ainda, pois normalmente as mulheres de verdade são substituídas pelas siliconadas da capa da playboy nas passarelas do samba. No caso das mulheres negras não somos apenas substituídas nas grandes escolas de samba, se em uma sociedade patriarcal a máxima para mulher é ser santa ou puta, para as mulheres negras é ser da  cor do pecado ou domésticas e raramente a mulher para ser assumida como parceira de vida ou companheira.
A questão da mercantilização do corpo das mulheres não é menor, mas obviamente assusta mais casos de violência sexual estimulados por esta mercantilização, a mulher é sempre de alguém, nunca dela mesma e paga caro por esta concepção arraigada no senso comum. Talvez no carnaval seja um dos momentos mais ilustrativos, até por que como todo mundo vai para avenida com o intuito de se divertir, pular carnaval e afins nunca imaginamos ser alvo de violência ao ir com as amigas para um bloco de carnaval ou para um baile.
A objetificação da mulher e a perpetuação da lógica de propriedade do homem se perpetuam no Carnaval, as vezes de forma mais grave do que em outros períodos, talvez que de maneira mais massiva só se presencie durante as calouradas, nas quais veteranos muitas vezes se aproveitam de calouras bêbadas para poder irar uma casquinha. No carnaval talvez seja pior, justamente por conta da lógica do ninguém é de ninguém e eu sou de todo mundo e todo mundo me quer bem.
Durante a festa a mulher bebe, se diverte, como todo mundo. Diz ao homem que não quer ficar com ele. Isso já deveria bastar para um homem com um mínimo de senso ético desencanar da dita mulher. Pois não. Ele fica lá, enchendo o saco. Ela continua dizendo que não quer ficar com ele. No final da noite, ela trêbada se deita. Ele vai lá e começa a abusar dela. Carícias não só não-solicitadas, como repelidas, não são carícias. São atos de violência. Se a mulher não diz não, isso não significa um “sim” automático, até porque ela não estava em condições de dizer nenhum dos dois. (MOSCHKOVICH, Marília. A cena do Big Brother é um problema do Brasil)
Grande parte das vezes as mulheres vítimas de violência durante as folias não são acolhidas dessa forma, mas sim como se tivessem provocado sua própria violência, perpetuando a lógica de culpabilização das mulheres pelas ações machistas perpetradas em nossa sociedade e, sobretudo, pelos homens. Rodinhas de homens coagindo garotas a beijarem ou até mesmo se aproveitar de mulheres que não tem a mínima condição de sequer ficarem sentadas, recolocando assim o debate sobre estupro de vulnerável na pauta da sociedade.
Tão grave quanto o ataque do estuprador são os comentários que consideram que a culpa do estupro é da vítima. Estar bêbada, usar determinadas roupas e até mesmo “olhar” de certo jeito são argumentos frequentemente usados por defensores de estupradores para culpar a vítima. Ora, se o estupro fosse causado por uma saia curta, quase todos os homens heterossexuais seriam estupradores e todas as mulheres teriam sido estupradas. O que causa estupro não é a roupa, o comportamento da vítima (corrobora com isso, inclusive, o fato de que a maior parte dos casos de violência sexual acontece dentro da família da vítima, em casa). É o estuprador.  (MOSCHKOVICH, Marília. A cena do Big Brother é um problema do Brasil)
Não fechar os olhos para coisas como estas enquanto nos divertimos entre amigos, ficantes, namorados e afins é importantíssimo, pois o combate a violência machista e a coisificação das mulheres também deve aparecer durante as festas e folias, é necessário que metamos a colher quando vemos acontecer em nossa frente abuso. Pois hoje pode ser com aquela menina que tu não conheces, mas amanhã pode ser tu, tua irmã, filha, mãe e faz parte das nossas tarefas como feministas sim reafirmarmos a necessidade de defesa e autodefesa das mulheres inclusive durante o Carnaval e em todos os estados do Brasil. Assim como deve estar casada uma política real de atendimento as mulheres em situação de violência, não apenas doméstica, mas de todas as formas. Política que tenha investimento suficiente para acolher e dar suporte as mulheres que sofrem com violência sexual, psicológica e afins durante os festejos momescos e que garanta para nós um ótimo Carnaval.
A maioria de nós curte pular o Carnaval e nada melhor do que pular nos bloquinhos e bailes sem ter a preocupação e o medo de ser abusada, violentada ou estuprada por um desconhecido, ou até mesmo por alguém próximo. O combate à violência contra mulher é por mim, por você, por todas nós e a todos os momentos.

Texto de Luka, disponivel em http://blogueirasfeministas.com/2012/02/amor-de-carnaval-tem-que-ser-sem-violencia/ 

Só falta dizer: não tenho nada contra gay desde que ele use seu banheiro: Banheiro para GLS é apartheid moderno


O vereador Carlos Apolinário, que com todo o carinho só podia mesmo ser do DEM, é autor entre outras coisas do projeto do Dia Municipal do Orgulho Heterossexual, que, pasmem, foi aprovado pelos nobres vereadores paulistanos e felizmente vetado pelo prefeito Gilberto Kassab.

Agora, Apolinário teve uma outra ideia sensacional. Está propondo uma nova lei para São Paulo: a criação de banheiros destinados a gays, lésbicas, bissexuais, travestis e até (vejam bem, até) heterossexuais.
Se for aprovada, a proposta vai valer para shoppings, restaurantes, supermercados e cinemas, por exemplo. Todos esses espaços terão de se “adaptar” e ter um banheiro para esse público.

Em poucas partes do mundo talvez tenha me emocionado tanto quanto no museu do Apartheid, em Joanesburgo, na África do Sul. Ali o visitante tem claro o que é a lógica da segregação já no momento que compra o ingresso. O vendedor divide os casais, os grupos de amigos, as excursões entre negros e brancos. Olha no seu rosto, diz a cor e lhe dá o bilhete que o fará ingressar por uma das duas catracas. A entrada dos brancos e a entrada dos negros.

No museu há vídeos, documentos, fotos etc. que vão dando ainda mais realidade ao que foi a segregação por diferença de cor no país. Os banheiros também eram distintos. Para que não ficasse tão explicita a separação pela cor, as placas nas portas falavam em cidadãos europeus e não europeus. Era a barbárie. Justificada também por aqueles que a defendiam (há vídeos de discursos dos defensores no museu) como instrumento para evitar conflitos.

Na linha do que Apolinário está fazendo ao defender seu projeto. Ele diz que “os direitos de uns não podem ferir os direitos dos outros”. Ou seja, um homossexual quando entra num banheiro que na sua opinião é mais adequado à sua identidade está ferindo o direito alheio. 

É a justificativa da segregação.

Se alguma mulher achar inconveniente o fato de um homossexual ou travesti estar no banheiro feminino, o problema é ela. Se um homem achar o mesmo, idem. Pessoas assim em geral se incomodam ainda hoje com o fato de a sua empregada usar o “banheiro da família”. E acham que seria o caso de a gente voltar a ter elevadores de serviço apenas para os “serviçais”.

A doença da segregação desse setor da sociedade é que precisa ser curada. E propostas como a de Apolinário apenas a alimentam. A história não pode ser esquecida, como dizem os sul-africanos. Um projeto como esse é o retorno, com disfarce, a um passado horrendo. 

E isso tornará os homossexuais paulistanos de hoje nos negros sul-africanos de ontem.

Para quem não conhece o Museu do Apartheid, recomendo assistir ao vídeo abaixo produzido pelo Programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil.

  

Professora mineira responde Debora Falabella e publica seu contracheque para mostrar o quanto os professores mineiros são "valorizados"


Ana Guida no Facebook

Querida Débora Falabella, às vezes vale a pena recusar alguns trabalhos apenas para não queimar seu filme com milhares de fãs. Às vezes vale a pena procurar mais informações sobre o personagem que você vai representar.


Milhares de PROFESSORES, ALUNOS E COMUNIDADES foram extremamente prejudicados pelo governante ditador e arbitrário que atualmente governa Minas Gerais.


Segue em anexo o MEU CONTRACHEQUE de setembro para demonstrar um pouco do que estou falando (este foi apenas um mês, se quiser posso te mandar os outros).
O mesmo que aconteceu comigo, aconteceu com centenas de milhares de outros professores, pais de família que não tiveram como colocar comida na mesa porque o governador acreditou que podia cortar cada centavo do nosso salário e o fez.
Então, querida, não me venha falar de coisas que não sabe, demonstrando um conhecimento de causa que, na verdade, DINHEIRO NENHUM JAMAIS TE DARÁ.